4.3.1. Equipar e organizar os viveiros florestais
No início do Projeto, os processos de compra foram um pouco lento devido a algumas dúvidas geradas para aquisição de equipamentos, materiais e insumos, principalmente esterco, terra vegetal e barro, vendidas de modo informal por famílias e proprietários de imóveis rurais que criam animais e não possuem CNPJ para emissão de Nota Fiscal de prestação de serviços.
Da mesma forma, os veículos estavam em análise, se seriam locados ou adquiridos pela instituição, o que resultou em alguns meses de reuniões e definições no setor de compras. Após os entraves iniciais, as compras seguiram seu curso e os viveiros estão em plena produção para atendimento das metas estabelecidas. Com os equipamentos e materiais adquiridos, a produção de mudas foi retomada no fim de maio de 2024, realizou produção em 2025 e está preparado para o plantio de 2026 e segue conforme planejado. A manutenção dos viveiros vêm ocorrendo de acordo com as demandas locais.
Os insumos são comprados periodicamente e as ferramentas substituídas, quando necessário. As lonas plásticas que protegem os canteiros foram também trocadas, devido a movimentação dos trabalhadores na área de produção e o desgaste natural do material, em meio ao sol e a chuva. Atualmente os viveiros estão estruturados e com equipes capacitadas e em plena atividade.
Para o plantio em 2026 estão sendo produzidas 110.250 mil mudas no viveiro de Irauçuba; 185.880 no viveiro de Jardim, viveiro da comunidade Souza em Porteiras 30.000 e 21 mil mudas no viveiro de Serrita, totalizando uma produção de 347.130mil mudas para o próximo plantio na quadra chuvosa de 2026.
Jardim – 35.000
Serrita – 60.000
Porteiras – 20.000
Crato – 85.000
Irauçuba – 115.000
ATUALIZAÇÃO EM MARÇO DE 2026
