Projeto foi apresentado como uma das iniciativas da instituição voltadas à restauração ambiental, convivência sustentável com a Caatinga e enfrentamento à desertificação

De 15 a 18 de outubro, a Fundação Araripe participou do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), realizado na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro (BA), levando para o evento experiências e tecnologias sociais desenvolvidas no âmbito de seus projetos, com destaque para o Pomares da Caatinga.

Reconhecido como uma das principais iniciativas da Fundação Araripe no semiárido brasileiro, o projeto Pomares da Caatinga foi apresentado durante o congresso como uma ação voltada à restauração ambiental, recuperação de áreas degradadas, fortalecimento socioprodutivo e convivência sustentável com a Caatinga, por meio da produção e plantio de mudas nativas em municípios do Ceará e Pernambuco.

Com o tema “Agroecologia, Convivência com os Territórios Brasileiros e Justiça Climática”, o evento reuniu pesquisadores, agricultores, estudantes, organizações sociais e instituições públicas de diversas regiões do país, fortalecendo a agroecologia como ciência, prática e movimento social.

A Fundação Araripe esteve presente com stand institucional, onde o público pôde conhecer tecnologias sociais, ações de restauração ecológica e experiências implementadas nos territórios atendidos pela instituição.

Durante o 13º CBA, ocorreu também o Seminário de Avaliação do PCT BRA/IICA, com o tema “Mudanças Climáticas e Desertificação”.

Na sexta-feira (17), o diretor técnico da Fundação Araripe, Francisco Campello, integrou o Seminário ministrando a palestra “O Apoio da Cooperação Internacional para participação do Brasil na UNCCD (COPs e CRIC) e funcionamento da CNCD”.

O Seminário teve como objetivo fomentar o diálogo e a troca de experiências sobre mudanças climáticas e combate à desertificação, no âmbito do PCT BRA/IICA/001/14, por meio da apresentação de relatos institucionais, práticas sociais e tecnologias inovadoras, além das contribuições da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD) e da participação do Brasil nos processos da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD).