Projeto Reflorestando a Caatinga promove formação sobre sementes nativas em Ibimirim (PE)
Capacitação reuniu técnicos de instituições parceiras e reforçou ações de restauração ambiental em Unidades de Conservação da Caatinga
A equipe técnica da Fundação de Desenvolvimento Sustentável do Araripe (Fundação Araripe) participou, nesta terça-feira (16), no município de Ibimirim, Sertão de Pernambuco, de uma formação sobre sementes nativas da Caatinga, realizada no âmbito do Projeto Reflorestando a Caatinga.
A atividade foi promovida pelo Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta) e ministrada pelo técnico em agroecologia Nilton Oliveira, abordando temas essenciais para a restauração ambiental, como o beneficiamento de sementes e as técnicas de quebra de dormência, fundamentais para garantir maior eficiência no processo de germinação e no sucesso do plantio.
O público participante foi composto por técnicos de campo da Fundação Araripe, do Serta e da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH). Durante a programação, os participantes também puderam conhecer de perto o trabalho desenvolvido no viveiro do projeto, localizado na sede do Serta, além de visitar uma das áreas de plantio no Parque Nacional do Catimbau, onde estão sendo executadas ações de restauração da vegetação nativa.
O Projeto Reflorestando Unidades de Conservação e suas Zonas de Amortecimento para Restaurar a Biodiversidade e Fortalecer as Iniciativas Socioprodutivas da Caatinga integra o Programa Plantar Juntos, do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade.
A implantação ocorre via CPRH, em articulação com uma rede institucional de execução formada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Agendha), Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), Associação Caatinga e Agrodoia Exu, além de parcerias com a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A formação reforça a importância da capacitação técnica contínua como estratégia para qualificar as ações de restauração ambiental, fortalecer a conservação da biodiversidade da Caatinga e ampliar os impactos positivos do projeto nos territórios onde ele é desenvolvido.

